Conforme o acordo, os reguladores chineses estabelecerão cotidianamente o índice de câmbio, que poderá ser alterado 3% pela Bolsa. No par dólar-yuan as mudanças não podem superar 1%.

As ações comerciais serão efetuadas nos mercados em Xangai e em Tóquio. Muito provavelmente, no início o índice será diferente no Japão se comparar com o da China, mas no futuro eles deverão tornar-se iguais.