O gás está prestes a começar a correr pelo Nord Stream. O novo gasoduto, com uma extensão de quase mil e quinhentos quilómetros, atravessa o fundo do mar Báltico desde a cidade russa de Vyborg até à alemã Greifswald. →
O Serviço Russo continua a sua transmissão, nos estúdios encontra-se Armen Gasparian. Bom dia! Temos connosco o director-geral do Fundo de Segurança Energética Nacional, Konstantin Simonov. Bom dia, Konstantin Vasilievich! Bom dia! →
Depois de um longo período de estagnação em que a produção →
A procura gera a oferta. Este axioma é perfeitamente aplicável ao setor energético. Como dizem os especialistas, a situação de excesso de oferta de gás em relação à procura é especialmente visível hoje nos Estados Unidos, devido à chamada revolução do xisto. →
O projecto de construção do gasoduto submarino Nord Stream através do mar Báltico prevê a colocação em exploração da primeira linha já este Outono. Posteriormente, até 2013, deverá ser construída a segunda linha do gasoduto, paralela à primeira. →
A Rússia, tal como qualquer outro país, não tem nenhuma vantagem em vender barato os seus recursos energéticos: neste caso, o Estado como que partilha os seus lucros de monopólio com os importadores. →
O acidente na central nuclear japonesa este verão ou, como alguns peritos já chamaram, o caso Fukushima, não podia deixar de se refletir no mercado energético. →
Os cidadãos russos habituaram-se a pensar que o seu país é um dos principais jogadores no mercado de gás na Europa. No entanto, não é o único. De onde vem o gás para o Velho Continente? Quais são as reservas existentes? →
De acordo com os relatórios oficiais, na primeira metade deste ano, o consórcio russo Gazprom teve excelentes resultados nas exportações. Os fornecimentos para países fora da Comunidade de Estados Independentes aumentaram em 11 mil milhões de metros cúbicos. →
O gás já está correndo pelo Nord Stream. Os fornecimentos diretos deste combustível a partir da Rússia começaram a chegar aos consumidores europeus no fim de Outubro. →